Chef Fernanda Souza
A partir de R$ 704,00
A gastronomia do Rio para na Avenida Brasil — chef da capital quase nunca atravessa para a Baixada, mesmo Caxias tendo a maior economia da região e uma das maiores feiras do Brasil. O chef brasileiro da myChef muda esse jogo: carne de sol na manteiga de garrafa, feijoada e churrasco de quintal preparados na sua casa em Jardim Primavera, no Vinte e Cinco de Agosto ou no sítio em Xerém.
Todo domingo, a Feira de Duque de Caxias ocupa 2,5 km da Avenida Presidente Vargas — a segunda maior feira livre do Brasil, patrimônio imaterial do município — transbordando carne de sol, manteiga de garrafa, feijão de corda e beiju. O chef particular pega essa alma nordestina, a comida que construiu Caxias, e emprata com técnica profissional na sua mesa. Não é releitura forçada: é a cozinha da própria cidade recebendo o tratamento que sempre mereceu.
Jantar bem fora de casa costuma significar mais de uma hora de Washington Luiz ou Avenida Brasil até a Zona Sul — e o mesmo engarrafamento na volta, de madrugada. Com 866 mil habitantes e a maior renda da Baixada, Caxias quase não tem alta gastronomia própria. O chef particular corta a viagem da equação: o jantar de ocasião especial acontece no seu endereço, no seu horário.
Caxias recebe em casa por tradição: aniversários que reúnem a família nordestina inteira, churrasco de fim de semana nos quintais e condomínios de Jardim Primavera, feijoada no sítio em Xerém. Cozinhar para vinte parentes é uma maratona — com o chef cuidando da compra, do fogo, das panelas e da limpeza, quem recebe finalmente senta à mesa da própria festa.
Carne de sol selada na manteiga de garrafa até dourar nas bordas, sobre aipim frito, com farofa e vinagrete — o prato-símbolo da herança nordestina de Caxias, feito com carne comprada direto na feira de domingo.
Ideal para: Banquetes de família, celebrar as raízes nordestinas
O ritual inteiro: feijão preto apurado por horas com carnes defumadas, couve, farofa, torresmo e laranja — servido em mesa comprida no quintal ou no sítio, como um sábado da Baixada pede.
Ideal para: Sábados em grupo, fins de semana no sítio em Xerém
Uma noite baiana em casa: bobó de camarão cremoso com camarão fresco, vatapá aveludado e acarajé frito na hora — os clássicos afro-brasileiros que já brilham nas barracas da feira, refinados para um jantar.
Ideal para: Jantares com convidados, ocasiões de impressionar
Picanha, fraldinha, linguiça e coraçãozinho tocados por um profissional na sua própria churrasqueira, com pão de alho, vinagrete e queijo coalho na brasa — o anfitrião toma a gelada enquanto o chef comanda o fogo.
Ideal para: Churrascos de fim de semana, áreas de lazer de condomínio
Galinha caipira dos sítios de Xerém e Imbariê, cozida devagar até desmanchar, com pirão encorpado do próprio caldo — a cozinha de roça no seu estado mais honesto.
Ideal para: Almoços de sítio, domingos em família
Aniversário com a família estendida inteira, churrasco no quintal em Jardim Primavera, feijoada no sítio em Xerém ou marmitas da semana encaixadas na escala de turnos da refinaria — informe a ocasião, o número de pessoas e o endereço, e conectamos você a um chef brasileiro que atende Caxias.
O chef propõe opções dentro do seu orçamento — em Caxias o jantar começa bem abaixo dos preços da capital — e fecha o cardápio, do clássico nordestino à noite baiana completa, ajustando para crianças, restrições e o nível de pimenta que a família realmente aguenta.
O chef abastece onde a cidade se abastece: a feira de domingo para carne de sol, manteiga de garrafa e feijão de corda, o Mercado do Produtor para hortifruti, as peixarias da Baía de Guanabara para o pescado e os sítios de Xerém para galinha caipira e ovos.
No dia, o chef chega cedo, assume a cozinha ou a churrasqueira, serve tudo e deixa o espaço limpo. Sem louça, sem estresse — só a festa.
Duque de Caxias come como o Nordeste porque foi o Nordeste que construiu Duque de Caxias. As famílias migrantes que ergueram a cidade trouxeram sua cultura de mesa junto, e hoje ela ocupa 2,5 km da Avenida Presidente Vargas todo domingo — a Feira de Caxias, atrás só de Caruaru entre as feiras livres do país e registrada como patrimônio imaterial em 2015. Carne de sol, beiju, chouriço na brasa e forró ao vivo no Forrobodó: uma das grandes cenas de comida popular do Brasil, escondida à vista de todos na Baixada.
O que falta é o andar de cima. O maior PIB da Baixada — puxado pela REDUC da Petrobras e por mais de 10 mil negócios — formou engenheiros, gerentes e comerciantes com dinheiro para comer muito bem, mas quase nenhum restaurante à altura, porque a gastronomia do Rio simplesmente não atravessa a Avenida Brasil. O chef particular é o atalho: cozinha profissional que vai até os condomínios de Jardim Primavera, aos empreendimentos de Campos Elíseos — a 'Barra da Baixada' — e aos sítios de fim de semana em Xerém e Imbariê, perto da Serra dos Órgãos.
E como o chef compra onde a cidade compra, a comida tem gosto de Caxias no seu melhor: carne de sol fresquinha da feira selada na manteiga de garrafa, peixe da Baía de Guanabara, galinha caipira dos distritos rurais — pratos com raiz, executados com uma técnica que ninguém da família precisa gastar o próprio fim de semana para fornecer.
Dica Local
Junho e julho são os meses mais disputados do ano para chefs brasileiros em Caxias — festa junina pega forte numa cidade de raiz nordestina, e os arraiás com forró e fogueira reservam chefs com semanas de antecedência. Se quiser uma data de junho em Jardim Primavera ou num sítio de Xerém, feche até meados de maio.
Caxias é uma das cidades mais acessíveis da Grande Rio para jantar particular — chef profissional por valores bem abaixo da Zona Sul, sem taxa de deslocamento embutida. O preço depende do menu, do tamanho do grupo e do formato: jantar, churrasco ou marmitas recorrentes.
R$55 - R$260 por pessoa
O sabor da feira de domingo emplatado na sua mesa: carne de sol na manteiga de garrafa, feijoada, churrasco de quintal e noite baiana digna de festa — em Jardim Primavera, Campos Elíseos ou no seu sítio em Xerém.