Emilly
A partir de R$ 220,00
As casas do Gramado, do Swiss Park e do Alphaville foram feitas com churrasqueiras de respeito — e o anfitrião sempre acaba preso a elas. Um churrasqueiro myChef assume o fogo, os cortes premium e o tempo de cada peça, para você assistir à festa da piscina, e não através da fumaça.
Campinas é território privilegiado de churrasco — casas amplas no Swiss Park e no Alphaville, chácaras em Sousas e Joaquim Egídio, áreas gourmet de condomínio por toda parte. O que falta é o profissional para comandá-las: gestão de fogo de verdade, carne descansada no ponto certo, uma costela no bafo de doze horas desmanchando do osso. Existe um abismo entre a grelha de quintal e o ofício de churrasqueiro.
Todo brasileiro conhece o paradoxo do churrasco: o dono da churrasqueira nunca senta. Em festa de formatura da Unicamp, confraternização do pessoal de tecnologia ou domingo para vinte pessoas, o profissional cuida do fogo, da carne, do tempo e do serviço em ritmo de passador — e você passa a tarde com os seus convidados, não com o espeto.
Campinas tem renda de capital e guarda as melhores refeições em casa. O chef garimpa cortes e queijos no centenário Mercado Municipal e em açougues artesanais de confiança, leva linguiça artesanal e queijo coalho dignos do nome e eleva os acompanhamentos — farofa, vinagrete, pão de alho — ao nível da carne. Sem precisar descer a Bandeirantes por uma refeição memorável.
O rei dos cortes brasileiros, selado sobre brasa firme em mantas altas, descansado e fatiado na tábua diante dos convidados — suculenta, com crosta de sal, servida em rodadas para cada fatia chegar na temperatura ideal.
Ideal para: O prato central de qualquer churrasco
Costela bovina assada em fogo baixo por 8 a 12 horas até o osso soltar sozinho — o verdadeiro diploma do churrasqueiro. O chef administra o fogo longo (ou adianta a costela) para que ela chegue à mesa exatamente no auge da festa.
Ideal para: Domingos longos, celebrações especiais
Fraldinha marmorizada no ponto rosado ao lado de linguiças artesanais de açougues campineiros — as rodadas do meio da festa, que mantêm o espeto girando entre as entradas e o gran finale da picanha.
Ideal para: Sustentar a turma ao longo da tarde
As aberturas queridas feitas como manda o figurino: galeto de pele crocante, espetos de coração de frango e pão de alho tostado na brasa até dourar — servidos quentes na chegada dos convidados.
Ideal para: Entradas, agradar quem chega cedo
Farofa crocante, vinagrete, queijo coalho na brasa com melado, legumes assados e saladas frescas — uma mesa montada com produtos do Mercadão e da região (incluindo os hortifrútis do cinturão de Holambra) que transforma o churrasco em cardápio completo.
Ideal para: Equilibrar a carne, agradar quem não come carne vermelha
Churrasco de domingo numa casa do Swiss Park, fim de semana de chácara em Sousas ou Joaquim Egídio, formatura da Unicamp ou PUC, confraternização da empresa — informe a data, o número de convidados e o local, e encontramos o churrasqueiro certo.
O chef monta a lista de carnes conforme o seu grupo — quanta picanha, se a costela de 12 horas cabe no seu cronograma, quais linguiças artesanais entram —, mais os acompanhamentos e opções para quem não come carne vermelha.
As compras acontecem no Mercado Municipal e em açougues artesanais de confiança; preparos longos como a costela no bafo começam horas antes dos convidados chegarem. O chef leva as ferramentas e trabalha na sua churrasqueira de alvenaria ou com equipamento profissional próprio.
No dia, o chef comanda o fogo da primeira brasa ao último espeto, serve em rodadas contínuas no estilo passador e encerra o evento com a churrasqueira e a área de preparo limpas. Você recebe; quem sua é o churrasqueiro.
O churrasco está no DNA campineiro — somado à herança caipira da região, é o formato padrão de celebração numa cidade de casas espaçosas e clima generoso. A diferença entre um churrasco bom e um inesquecível é a execução profissional: fogo montado em zonas, cortes sequenciados para a picanha chegar depois da linguiça mas antes de alguém se empanturrar, costela com as horas que ela exige. É exatamente isso que o churrasqueiro particular leva às casas do Gramado, Swiss Park e Alphaville e às chácaras de Sousas e Joaquim Egídio.
O calendário da cidade mantém o churrasqueiro ocupado o ano inteiro. Novembro traz a temporada de formaturas da Unicamp e da PUC-Campinas, quando as festas de família não cabem em salão de restaurante. Dezembro é mês de confraternização do pessoal do CIATEC e dos centros de P&D — equipes da IBM, Bosch e Dell celebrando em casas e chácaras. As festas juninas somam quentão e milho na brasa ao lado dos espetos, e o domingo comum segue sendo a espinha dorsal: almoço de família ao redor da churrasqueira, do Taquaral ao Barão Geraldo.
O abastecimento é a vantagem silenciosa de Campinas. O Mercado Municipal de 1908 fornece cortes maturados, queijos e especiarias; açougues artesanais da cidade fazem linguiça que merece cardápio próprio; e os cinturões de Holambra e Valinhos entregam hortifrúti e até figo roxo para uma sobremesa de fruta na brasa. O chef monta o evento inteiro num raio de 30 km.
Dica Local
Quer costela no bafo num evento de almoço? Contrate um chef que acenda o fogo de madrugada — a costela de verdade pede 8 a 12 horas, e a diferença é inconfundível. Em chácara de Sousas ou Joaquim Egídio, confirme o equipamento com antecedência: muitos chefs levam estrutura profissional que supera a churrasqueira rústica de sítio.
O churrasco é o formato premium com melhor custo por pessoa para grupos: o valor escala pelo número de convidados e pela seleção de cortes, e um churrasqueiro profissional para 20 pessoas costuma sair mais em conta do que um rodízio de qualidade equivalente.
R$65 - R$230 por pessoa
Picanha no auge, costela que levou a noite inteira e um anfitrião que finalmente aproveita a própria festa — leve um churrasqueiro profissional para a sua casa ou chácara em Campinas.