Personal Chef YANNE SILVEIRA
A partir de R$ 77,00
Peixe comprado na manhã do serviço no Mercado dos Peixes, carne de sol e queijo coalho do sertão, técnica de vanguarda — um chef myChef monta um menu degustação autoral no seu apartamento no Meireles, na Aldeota ou no seu flat na Beira Mar.
Fortaleza tem uma das melhores matérias-primas do Brasil — o pargo e a lagosta desembarcados pelos jangadeiros no Mucuripe, a castanha e a rapadura do Mercado Central — mas quase nenhuma casa de alta gastronomia para transformá-las. O mercado premium de chef particular, já comum em São Paulo e no Rio, aqui mal começou. Um chef contemporâneo traz o restaurante de degustação que a cidade ainda não tem direto para a sua mesa.
Em uma cidade quente o ano inteiro, ninguém quer uma maratona de forno em casa. A cozinha contemporânea trabalha com curas, ceviches, cocções a baixa temperatura e entradas frias que valorizam o pescado fresquíssimo sem transformar a cozinha em sauna — e o chef chega com a mise en place adiantada, acendendo o fogo apenas no essencial.
Os restaurantes da orla cobram preço de turista e lotam na alta temporada, e a experiência de um menu surpresa de 8 tempos, com cada técnica explicada à mesa, simplesmente não existe na cidade. No seu apartamento com vista para o mar ou no condomínio no Porto das Dunas, ela vira algo só seu — sem fila, sem barulho, sem pressa.
De 8 a 12 tempos que contam a história do Ceará: começa no litoral, com o pescado do dia desembarcado pelos jangadeiros no Mucuripe, e termina no sertão, com carne de sol, queijo coalho e rapadura relidos com técnica de vanguarda.
Ideal para: ocasiões especiais, jantares a dois, aniversários marcantes
Lâminas de pargo fresquíssimo curadas rapidamente em cajuína, servidas com telha crocante de tapioca, castanha de caju tostada e óleo de coentro — uma entrada fria que refresca e apresenta o Ceará em uma mordida.
Ideal para: entradas de verão, jantares na varanda da Beira Mar
Creme aveludado de feijão-verde, arroz crocante, queijo coalho maçaricado e carne de sol cozida a baixa temperatura por 12 horas — o prato mais cearense de todos, servido como você nunca viu.
Ideal para: almoços de domingo em família, convidados de fora
Cauda de lagosta da costa cearense grelhada no ponto exato, com beurre blanc de castanha de caju e legumes na brasa. Durante o defeso, o chef aplica a mesma técnica ao polvo ou ao camarão do dia, sem perder o nível.
Ideal para: jantares românticos, comemorações
Sorbet de caju, praliné de castanha, esponja de rapadura e caramelo de cajuína — a sobremesa que transforma a fruta símbolo do Ceará em quatro texturas diferentes no mesmo prato.
Ideal para: fechamento do menu degustação, mesas de sobremesa
Jantar a dois no Meireles, recepção para clientes em semana de congresso no Centro de Eventos ou festa em condomínio no Porto das Dunas — você informa data, número de convidados e restrições, e recebe a proposta de menu do chef.
Na manhã do serviço, o chef escolhe o pescado no Mercado dos Peixes, no Mucuripe, e completa a despensa no Mercado Central. O prato principal depende do que os jangadeiros desembarcaram — e é exatamente isso que garante o frescor.
O chef chega com antecedência, monta a mise en place e serve tempo a tempo, explicando a técnica e o ingrediente de cada prato. Maçarico, espumas e finalizações acontecem à vista dos convidados.
Ao fim do serviço, a cozinha fica limpa e organizada como estava. Sem compras, sem louça, sem estresse — só a memória de um jantar que Fortaleza inteira ainda não conhece.
Fortaleza é o único lugar onde um chef pode comprar o pargo da manhã direto do jangadeiro no Mercado dos Peixes e combiná-lo, no mesmo prato, com a carne de sol e o queijo coalho vindos do sertão cearense. Essa despensa dupla — o Atlântico de um lado, o interior do outro — é exatamente a matéria-prima com que a cozinha contemporânea trabalha melhor: produto local impecável encontrando técnica global.
O corredor Meireles–Aldeota concentra o público que em São Paulo já contrataria chefs para jantares de degustação — mas na capital cearense esse mercado praticamente ainda não existe. É por isso que a experiência surpreende tanto: um menu autoral com curas, espumas e finalizações maçaricadas, servido na sua própria sala, é algo que nem os restaurantes da orla oferecem.
O calendário também joga a favor. No réveillon da Beira Mar e nas férias de julho, quando a cidade recebe visitantes do Brasil inteiro e da Argentina, um jantar contemporâneo em casa substitui filas e preços de alta temporada. E durante o defeso da lagosta, o chef ajusta o menu para o que os jangadeiros trazem — polvo, camarão, peixes de linha — mantendo o padrão sem depender de um único ingrediente.
Dica Local
Reserve o jantar de réveillon com pelo menos um mês de antecedência — os apartamentos da Beira Mar disputam os poucos chefs autorais da cidade para a noite da queima de fogos. E deixe o chef definir o prato principal na manhã do serviço, conforme o desembarque no Mercado dos Peixes: é a diferença entre um peixe bom e o melhor peixe do dia.
O investimento varia com o número de tempos do menu, os ingredientes escolhidos — lagosta e frutos do mar nobres elevam o custo — e o tamanho do grupo. Menus autorais de 6 a 8 tempos são o formato mais pedido para jantares a dois e grupos pequenos no Meireles e na Aldeota.
R$150 - R$300 por pessoa
Um menu degustação que une o pescado do Mucuripe ao sertão cearense, servido na sua casa — sem fila, sem deslocamento e com todo o espetáculo à vista.