Emilly
A partir de R$ 220,00
Campinas come comida japonesa há um século — as colônias Tozan e Pedra Branca fizeram do sushi e do tempurá comida de família muito antes da moda. Um chef myChef monta um verdadeiro balcão de omakase na sua casa no Cambuí, Swiss Park ou Alphaville, sem você precisar encarar a Bandeirantes.
As colônias Tozan e Pedra Branca plantaram uma comunidade nikkei em Campinas há mais de cem anos, e o Campinas Matsuri celebra essa história todo ano. Sushi, tempurá e guioza são comida do dia a dia na cidade — o que significa que seus convidados sabem reconhecer sushi de verdade. Um chef japonês particular honra uma tradição que Campinas já carrega no DNA, num nível que os restaurantes de shopping não alcançam.
Só o arroz de sushi leva anos para dominar; o corte do sashimi e a escolha do peixe são habilidades de nível profissional. Para os pesquisadores da Unicamp e os engenheiros de P&D de Campinas, que vivem de precisão, um omakase é artesanato acontecendo ao vivo no seu balcão — 10 a 15 etapas, cortadas e temperadas na sua frente, no tempo exato.
Famílias campineiras com renda de capital ainda dirigem mais de uma hora até São Paulo para um menu degustação japonês sério — e mais uma hora de volta. O chef particular inverte a viagem: o omakase chega à sua casa no Gramado, em Nova Campinas ou no Swiss Park, e a única fila é para repetir o tempurá.
A experiência de confiança no chef: 10 a 15 etapas de niguiri, sashimi e pequenos pratos quentes, construídas com o melhor peixe do dia e servidas peça a peça no seu balcão ou mesa de jantar, exatamente como nos grandes balcões de omakase.
Ideal para: Celebrações especiais, jantares executivos
Atum, salmão e peixe branco em padrão sashimi, cortados na hora com técnica profissional sobre o shari temperado no ponto — o fundamento da cozinha japonesa, executado num nível que nenhuma caixa de delivery entrega.
Ideal para: Jantares a dois, recepções em casa
Camarão e legumes da estação — vindos do cinturão de Holambra e do Mercadão — fritos numa massa leve como ar e servidos no segundo em que saem do óleo, que é todo o segredo de um grande tempurá.
Ideal para: Jantares em família, menus de várias etapas
Pastéis japoneses de porco e legumes dobrados à mão, selados até a base ficar dourada e crocante e finalizados no vapor, com molho cítrico de shoyu — o lado comfort food da cozinha japonesa, que agrada de criança a avó.
Ideal para: Reuniões de família, jantares descontraídos de fim de semana
Mochi macio de farinha de arroz e doces japoneses delicados para fechar o jantar — e, na época da colheita de Valinhos, pergunte ao chef pela sobremesa de figo roxo da estação, uma combinação que só existe em Campinas.
Ideal para: Sobremesas, menus degustação sazonais
Balcão de omakase completo, jantar de sushi e tempurá para convidados ou aula prática de sushi para a família ou a equipe — informe o formato, a data, o número de pessoas e o endereço em Campinas, e encontramos o especialista certo em cozinha japonesa.
O chef entra em contato para definir o menu e, principalmente, o peixe. Atum e salmão em padrão sashimi são encomendados frescos de fornecedores certificados do corredor de São Paulo; hortifrúti e especiarias vêm do Mercadão e de Holambra. Tudo por conta do chef.
O chef chega com facas, esteiras e todos os ingredientes, organiza a cozinha e prepara cada etapa na frente de vocês — o espetáculo do corte faz parte da experiência do omakase.
As etapas são servidas no ritmo ideal, com sugestões de harmonização com saquê ou uísque japonês se você quiser. Quando o último mochi acabar, o chef deixa a cozinha exatamente como encontrou. Você recebe; o resto é com ele.
Poucas cidades brasileiras fora da capital têm raízes japonesas tão profundas quanto Campinas. As colônias agrícolas Tozan e Pedra Branca plantaram uma comunidade nikkei aqui há mais de um século, e o Campinas Matsuri toma o calendário todo mês de novembro. Sushi, yakisoba e guioza não são exóticos nesta cidade — são comida de família. O que falta em Campinas não é apreço pela cozinha japonesa; é acesso ao topo dela sem dirigir a Anhanguera ou a Bandeirantes até São Paulo.
É exatamente essa lacuna que o chef japonês particular fecha. A comunidade de tecnologia e pesquisa — Unicamp, o síncrotron Sirius, os centros de P&D da IBM, Bosch e Dell no CIATEC — recebe o tempo todo, e as casas amplas do Gramado, do Swiss Park e do Alphaville Campinas nasceram para isso. Um balcão de omakase montado na sua própria cozinha transforma um jantar com clientes ou uma festa de formatura em algo que nenhuma reserva no Iguatemi ou no Galleria oferece: um chef cortando sashimi a dois metros dos seus convidados.
E Campinas abastece um chef japonês surpreendentemente bem. O centenário Mercado Municipal fornece especiarias e ingredientes frescos, a cooperativa de Holambra entrega o melhor hortifrúti da região, e Valinhos — a capital nacional do figo, a minutos daqui — coloca na mão do chef um ingrediente de sobremesa sazonal que nenhum omakase de Tóquio conseguiria. Cozinha de precisão com despensa local: essa é a versão campineira da culinária japonesa.
Dica Local
Novembro é o mês mais disputado para chefs japoneses em Campinas — Campinas Matsuri, Restaurant Week e os jantares de formatura da Unicamp e da PUC caem juntos. Reserve com duas a três semanas de antecedência para novembro e dezembro, e peça a sobremesa de figo roxo de Valinhos se o seu jantar cair na época da colheita.
A cozinha japonesa está no topo da faixa de preço dos chefs particulares pela técnica envolvida e pelo custo do peixe em padrão sashimi. Em Campinas, um jantar japonês privativo costuma sair mais em conta que um omakase equivalente em São Paulo somando estrada, estacionamento e preços de capital.
R$140 - R$400 por pessoa
Omakase no seu próprio balcão, tempurá direto do óleo, sushi cortado na frente dos convidados — o melhor jantar japonês de Campinas é o que acontece na sua casa.