Emilly
A partir de R$ 220,00
Mole de verdade, tortillas prensadas de masa fresca e guacamole socado na frente dos convidados — nada do Tex-Mex de shopping. Um chef mexicano myChef transforma sua casa no Cambuí, no Swiss Park ou no Alphaville na festa mais divertida do interior paulista.
Campinas tem salários de capital e curiosidade à altura, mas as opções mexicanas da cidade são quase todas redes Tex-Mex de Iguatemi e Galleria — casquinha dura, queijo amarelo, salsa de pote. O México de verdade (mole apurado por dois dias, tacos al pastor, tortilla de masa nixtamalizada) normalmente exige mais de uma hora de estrada até São Paulo, ida e volta. O chef particular inverte a lógica: o México autêntico cozinhado na sua própria cozinha, sem rodovia no meio.
Comida mexicana foi feita para grupos — a barra de tacos que cada um monta do seu jeito, as salsas passando de mão em mão, a margarita gelada. Para equipes do CIATEC e dos centros de P&D descomprimindo depois de uma sprint, formaturas da Unicamp e da PUC ou amigos lotando um quintal no Swiss Park, nenhuma culinária quebra o gelo mais rápido. O chef comanda o espetáculo; seus convidados ficam com a parte divertida.
A grande cozinha mexicana começa com hortifrúti de primeira, e Campinas entrega: tomates maduros, coentro, limão e pimentas do Mercado Municipal de 1908 e das feiras da região, além de orgânicos dos produtores da ANC. O chef combina esse frescor local com os importados essenciais — pimentas secas ancho e guajillo, masa de verdade, chocolate mexicano para o mole — e chega a sabores que nenhuma franquia consegue imitar.
Porco marinado em achiote e pimentas secas, selado até as bordas ficarem crocantes, servido em tortillas de milho frescas com abacaxi, cebola e coentro — o taco mais amado da Cidade do México, reconstruído com fidelidade na sua cozinha.
Ideal para: Noites de tacos, jantares descontraídos em grupo
Abacates maduros socados no molcajete diante dos convidados, temperados na hora com limão, pimenta e coentro no ponto de cada mesa — metade entrada, metade número de abertura, completamente irresistível.
Ideal para: Abertura de festas, jantares interativos
O grande molho de Puebla — mais de 30 ingredientes entre pimentas secas, especiarias, castanhas e chocolate, apurados ao longo de dois dias até algo profundo, escuro e inesquecível, servido sobre frango com arroz.
Ideal para: Ocasiões especiais, impressionar quem entende de comida
Carne bovina braseada lentamente num consomê rico de pimentas, dobrada em tortillas grelhadas até ficarem crocantes com queijo, servidas com o caldo para mergulhar — o prato viral que realmente merece a fama, feito do jeito certo.
Ideal para: Encontros de inverno, noites de comfort food
Fritos na hora, passados no açúcar com canela e servidos com chocolate quente especiado para mergulhar — uma sobremesa que chega fumegando, some rápido e encerra a noite lá em cima.
Ideal para: Sobremesas, celebrações em família
Barra de tacos interativa, jantar mexicano autêntico à mesa, degustação de tequila e mezcal com pratos harmonizados ou aula prática de culinária (tortillas, salsas e até mole) — defina a experiência, o número de convidados e a tolerância a pimenta, e nós encontramos o especialista.
O chef planeja o menu e compra tudo: hortifrúti fresco do Mercadão e das feiras livres, proteínas de açougues de confiança e os importados mexicanos — pimentas secas, masa, especiarias — que separam o Tex-Mex da coisa real.
O chef chega cedo, adianta salsas e braseados e finaliza ao vivo — guacamole socado à mesa, tortillas estufando no comal, tacos montados na frente de todo mundo. A energia faz parte do jantar.
Quando o último churro acaba, o chef devolve a cozinha exatamente como estava. Para você ficam as sobras — se sobrarem — e o grupo do WhatsApp perguntando quando é a próxima noite mexicana.
Campinas está acostumada a comer o mundo. Décadas de imigração japonesa fizeram do sushi e do yakisoba comida de todo dia, a tradição das cantinas italianas é profunda e a cena contemporânea do Cambuí desfila duas vezes por ano na Restaurant Week. A culinária mexicana é a lacuna evidente: para uma metrópole de 1,1 milhão de habitantes com os salários dos pesquisadores da Unicamp, dos cientistas do Sirius e das equipes de P&D da IBM e da Bosch, o México autêntico — aquele construído sobre masa, pimentas secas e paciência — simplesmente nunca abriu as portas por aqui.
Essa lacuna é a oportunidade do chef particular, porque a cozinha mexicana de verdade nasceu para a casa. A barra de tacos pede uma ilha de cozinha com gente em volta, não uma mesa de restaurante. O mole exige dois dias de atenção que nenhuma cozinha comercial da cidade vai dedicar. E o espetáculo — o guacamole no molcajete, a tortilla estufando no comal — rende muito mais a três metros dos convidados do que atrás de um balcão. As casas amplas do Gramado, do Swiss Park e do Alphaville Campinas, feitas para receber, são o palco natural.
O calendário também ajuda: menus mexicanos são os favoritos absolutos das ocasiões que Campinas mais celebra — a temporada de formaturas da Unicamp e da PUC, os jantares de fim de sprint do pessoal do CIATEC e as confraternizações de dezembro, em que uma estação de margaritas ganha de qualquer buffet repetido.
Dica Local
A temporada de formaturas (novembro-dezembro) e os meses de Restaurant Week são os períodos mais disputados para chefs em Campinas — reserve sua noite mexicana com duas a três semanas de antecedência. Se a sua turma ama pimenta, avise antes: as salsas autênticas são feitas sob medida, da suave de tomatillo à séria de habanero, para cada convidado ter o fogo certo no prato.
O valor depende do formato e da profundidade do menu: a barra de tacos descontraída para a turma é a entrada mais acessível, enquanto o jantar à mesa coroado por um mole de dois dias ou a experiência com harmonização de mezcal ficam na faixa premium.
R$110 - R$360 por pessoa
Tacos al pastor saindo da chapa, guacamole feito na sua frente e um mole que vale os dois dias de espera — o México vai até a sua casa em Campinas. Encontre seu chef e marque a data da noite mexicana.