Chef Shirley
A partir de R$ 412,50
Onde o sol nasce primeiro nas Américas, o jantar também pode ser pioneiro. Um chef peruano da myChef transforma a lagosta e o pescado fresco da costa paraibana em ceviche, tiradito e arroz con mariscos — servidos no seu apartamento em Tambaú, na varanda do Cabo Branco ou na casa de praia alugada com os amigos.
A costa da Paraíba entrega lagosta, caranguejo e peixe de qualidade rara — matéria-prima que a maioria das cozinhas domésticas serve sempre do mesmo jeito. O chef peruano dá a esse pescado o tratamento das grandes cevicherias: cura no leche de tigre, corte de tiradito, arroz dourado de ají panca. É o mar de sempre falando um idioma novo.
João Pessoa cresce no turismo, mas a oferta de alta gastronomia continua limitada — e restaurante peruano de verdade não existe por aqui. Para quem recebe em Manaíra ou no Altiplano, um jantar peruano em casa é uma exclusividade genuína: nenhum convidado vai dizer que já provou igual na cidade. O mercado é tão inexplorado que a experiência vira assunto da semana.
Comida gelada, cítrica e colorida é o que o litoral paraibano pede o ano inteiro. Um ceviche servido na varanda enquanto o céu muda de cor sobre a orla do Cabo Branco, um pisco sour no lugar do espumante de sempre — a cozinha peruana foi desenhada para o clima e para o ritmo de quem vive ou veraneia em João Pessoa.
Peixe branco fresquíssimo da costa paraibana curado em leche de tigre de limão, ají limo, cebola roxa e coentro, com batata-doce e milho cancha — a estrela de Lima feita com o pescado que chega todo dia ao litoral de JP.
Ideal para: Jantares de férias, receber amigos na casa de praia
Lâminas delicadas de lagosta paraibana sob molho Nikkei de ají amarillo e cítricos — o encontro do ingrediente mais nobre da costa local com a técnica peruano-japonesa, feito para noites especiais de frente para o mar.
Ideal para: Jantares românticos, pedidos de casamento, datas especiais
Camarão, lagosta e mariscos locais envolvidos em arroz cremoso tingido de ají panca, finalizado com parmesão — generoso e festivo, o prato peruano que abraça uma mesa cheia como um bom almoço nordestino.
Ideal para: Almoços de família, grupos em casa de praia
Frango desfiado em creme dourado de ají amarillo com nozes, batatas e azeitonas — suave, reconfortante e perfeito para quem prefere sabores cozidos e acolhedores em vez de peixe cru.
Ideal para: Jantares em família, convidados de paladar clássico
Doce de leite cremoso sob merengue leve perfumado com vinho do Porto — a sobremesa mais famosa de Lima, um encerramento delicado depois de uma noite de frutos do mar.
Ideal para: Sobremesas, aniversários e celebrações
Jantar de pôr do sol no Cabo Branco, festa de férias numa casa alugada no Bessa, ensaio de casamento ou celebração em Manaíra — conte data, número de convidados e o clima da noite, e conectamos você a um chef especialista em cozinha peruana.
O chef monta o menu conforme o pescado disponível na semana — lagosta na temporada, peixes de linha e camarão o ano todo — e equilibra tempos frios e quentes de acordo com o grupo, incluindo opções cozidas para quem evita peixe cru.
No dia do serviço, o chef seleciona o pescado com fornecedores de confiança do litoral paraibano e traz a despensa peruana importada — ají amarillo, ají panca, cancha, pisco — que não se encontra nos mercados da cidade.
Do pisco sour de boas-vindas à sobremesa, tudo é preparado e servido na sua casa, no seu ritmo. No fim da noite, a cozinha é entregue limpa e organizada — de férias até na hora de lavar a louça.
João Pessoa guarda uma coincidência bonita com o Peru: as duas cozinhas nascem do mesmo par — mar generoso e interior forte. Aqui, a lagosta e o caranguejo da costa dividem a mesa com a carne de sol e a macaxeira do sertão; em Lima, o pescado do Pacífico encontra a batata e o ají dos Andes. Um chef peruano em JP trabalha essa ponte com naturalidade: o ceviche ganha peixe paraibano do dia, o tiradito recebe a lagosta local, e ninguém estranha — só se surpreende.
Para o visitante hospedado na orla de Tambaú ou numa casa no Bessa, o chef resolve um problema real: a cidade encanta pelas praias, mas a cena de jantares sofisticados ainda é curta, e os grupos grandes de férias cansam de rodar atrás de mesa. Um jantar peruano em casa transforma a melhor noite da viagem no momento em que ninguém precisou sair. Para os aposentados e nômades digitais que adotaram JP, é a chance de manter o padrão gastronômico das capitais sem abrir mão da calma que os trouxe para cá.
E há o cenário, que nenhuma cevicheria de Lima tem: o pôr do sol visto de uma varanda no Cabo Branco ou no Altiplano, a poucos minutos da Ponta do Seixas — o ponto mais oriental das Américas. Ceviche gelado, brisa do Atlântico e a cidade onde o sol nasce primeiro fechando o dia com um pisco sour: é o tipo de jantar que os convidados fotografam antes de provar.
Dica Local
Se a data cair na temporada da lagosta, peça ao chef o tiradito de lagosta como tempo de abertura — é o prato que melhor traduz o encontro Paraíba-Peru. Na alta estação (dezembro a março) e no Carnaval, reserve com pelo menos duas semanas de antecedência; casas de praia no Bessa e em Camboinha lotam rápido.
O investimento acompanha o menu e o pescado escolhido: jantares com lagosta e degustações mais longas ficam no topo da faixa, enquanto menus de ceviche e pratos cozidos são bem acessíveis para grupos de férias.
R$100 - R$280 por pessoa
Ceviche com o pescado do dia, tiradito de lagosta e pisco sour ao pôr do sol da Paraíba — uma das cozinhas mais celebradas do mundo, servida onde o sol nasce primeiro.