Chef Patty
A partir de R$ 231,00
Na cidade que o Vêneto construiu, brunch pode ser focaccia quente do seu próprio forno, frittata cortada à mesa e mimosa de prosecco — tudo preparado por um chef da myChef no seu apartamento no Cerâmica ou em Santa Paula, enquanto você recebe em vez de cozinhar.
São Caetano tem a maior renda per capita do país e não tem mais terreno para abrir restaurante — por isso até os moradores mais abastados vivem rodando as mesmas cantinas da Avenida Goiás ou subindo a Anchieta atrás de novidade. O chef pessoal fura esse cerco: o endereço gastronômico mais novo da cidade passa a ser a sua sala de jantar, com um cardápio que não existe em lugar nenhum.
Esta é uma cidade fundada por famílias de Treviso e do Vêneto, onde focaccia, frittata e o almoço lento de domingo são memória herdada — mas a geração que cozinhava tudo isso está envelhecendo. Um brunch italiano feito por chef resgata essa herança: hotcakes de ricota, salumi das rosticcerias da Avenida Goiás, espresso tirado do jeito certo. Para muitas famílias, tem gosto de cozinha de avó com empratamento de restaurante.
As torres do Espaço Cerâmica e os prédios consolidados de Santa Paula e Jardim São Caetano têm espaço gourmet, varandas amplas e salões desenhados exatamente para essa escala — 4 a 15 convidados numa manhã de fim de semana. Com o chef comandando as estações, chá de bebê, brunch de aniversário e comemorações de família ganham cara de produção — e o anfitrião nunca sai da conversa.
Chá de bebê em Santa Paula, aniversário de manhã no Cerâmica, domingo lento com a família estendida ou um encontro na temporada da Festa Italiana. Informe o número de convidados (4 a 15 é o ideal), o horário e as restrições alimentares.
O chef propõe a mesa — herança italiana, clássico internacional ou uma mistura — e cuida de todas as compras: massa artesanal e salumi das casas de família descendentes do Vêneto na Avenida Goiás, hortifrúti das feiras da semana, queijos escolhidos a dedo para a tábua.
Focaccia no forno, máquina de espresso regulada, prosecco no gelo e mesa montada. Quando os convidados chegam, o apartamento cheira a padaria italiana e está tudo pronto ou a minutos de sair.
Ovos e porções de frittata saem ao longo da manhã, as travessas não esvaziam e a sobremesa chega com a segunda rodada de café. No final, o chef limpa tudo — a única tarefa do anfitrião foi aproveitar.
São Caetano do Sul é uma anomalia estatística: o maior IDH e a maior renda per capita do país espremidos em 15 km² de cidade totalmente construída. A consequência prática para quem gosta de comer bem é que a oferta acabou antes da demanda — são mais de 740 estabelecimentos gastronômicos, mas a experiência realmente nova é rara, e brunch de verdade sempre significou atravessar para São Paulo. Trazer o chef para casa inverte a conta: a mesa mais exclusiva da cidade passa a ter o seu endereço.
O fio italiano torna o brunch daqui especialmente significativo. As famílias que queimaram os tijolos da antiga fazenda Cerâmica vieram de Treviso e do Vêneto, e a comida delas ainda ancora a cidade — da Festa Italiana de agosto, que leva 80 mil pessoas à Praça Comendador Ermelino Matarazzo, às cantinas e rosticcerias da Avenida Goiás. Um chef que compra salumi e massa artesanal dessas mesmas casas de família não está importando conceito: está devolvendo à cidade a própria história, uma focaccia de cada vez.
E os espaços estão prontos. Os apartamentos do Cerâmica e de Santa Paula — em especial as torres condomínio-clube do Espaço Cerâmica — foram desenhados para receber, com varandas gourmet e salões que acomodam com folga um chá de bebê de 15 pessoas. A manhã de fim de semana é o horário natural de reunião no ABC, e o brunch com chef encaixa perfeitamente no ritmo multigeracional de domingo que a região nunca perdeu.
Dica Local
Para um brunch de herança italiana, peça ao chef para comprar direto nas rosticcerias e empórios de descendentes do Vêneto na Avenida Goiás. E se a data cair em agosto, reserve com pelo menos um mês: a temporada da Festa Italiana lota a agenda dos chefs com encontros de família pela cidade inteira.
O brunch é orçado por evento, conforme cardápio e número de convidados. Comparado a levar 10 pessoas a um brunch em São Paulo — com estacionamento, taxas e Anchieta inclusos — a opção privada custa o equivalente e rende uma manhã infinitamente mais calma.
R$70–R$220 por pessoa (4–15 convidados)
A cidade mais rica do Brasil não deveria precisar dirigir para ter um grande brunch. Conte a ocasião e a lista de convidados — enviamos o chef que transforma a sua sala na melhor mesa de manhã do ABC.