Chef Larissa Sannliver
A partir de R$ 273,90
Quem trabalha na Cidade de Deus, no Mercado Livre ou em Alphaville já passa horas demais no trânsito. O jantar de negócios pode acontecer na sua sala na Vila Yara — com cozinha de nível de capital e nenhuma mesa vizinha.
Levar um cliente a um restaurante de primeira linha significa encarar a Castelo Branco ou a Marginal até Pinheiros ou os Jardins — e os buffets de São Paulo ainda cobram taxa de deslocamento para atravessar até Osasco. Com um chef que atende Osasco, a lógica inverte: a cozinha de alto nível chega até a sua casa na Vila Yara ou na Cidade das Flores, e ninguém pega trânsito duas vezes na mesma noite.
Negociação com fornecedor, conversa com investidor, revisão de metas com a diretoria: são assuntos que não combinam com mesa ao lado ocupada. Na sua sala de jantar ou no salão gourmet do condomínio, a conversa fica entre os convidados, os pratos saem quando o assunto permite e o serviço é invisível quando precisa ser.
A despensa imigrante de Osasco é um trunfo de verdade: mezze armênio-libanês da tradição do Presidente Altino, massas com raiz nas famílias italianas que fundaram a cidade ao redor da ferrovia Sorocabana, ingredientes garimpados no Mercadão de 1953. Seu cliente já foi a cem jantares de churrascaria. Deste ele ainda vai falar no trimestre seguinte.
Você conta quantos convidados serão (de 6 a 20), quem estará à mesa — clientes, conselho, a própria equipe —, as restrições alimentares do grupo e o local: sua casa, o salão gourmet do prédio ou o escritório. Encontramos o chef certo para o tom da noite.
O chef desenha um menu executivo de três a quatro tempos, com alternativa equivalente para cada restrição do grupo. Menu e valor são aprovados antes do evento — nada de surpresa no cartão corporativo.
Na manhã do evento, o chef compra no Mercadão e nas feiras livres de Osasco, chega horas antes dos convidados e monta cozinha e mesa enquanto você termina o expediente. Para escritórios, leva equipamento portátil de indução.
Os tempos do menu acompanham o ritmo da conversa, não o da cozinha. Servido o último café, o chef limpa tudo e sai em silêncio — com o recibo pronto para a prestação de contas.
Osasco tem o 2º maior PIB do estado de São Paulo e o 8º do Brasil — a sede mundial do Bradesco na Cidade de Deus, mais Mercado Livre, iFood, Sem Parar e Dafiti, todos a poucos quilômetros uns dos outros. Mesmo assim, os executivos que tocam essas operações ainda dirigem até São Paulo para um jantar sério com cliente, porque a cidade famosa pelo cachorro-quente nunca construiu uma cena gastronômica à altura do seu peso corporativo. O chef pessoal fecha exatamente essa lacuna.
Os espaços já existem: casas e apartamentos altos na Vila Yara, Cidade das Flores e Jardim das Flores, além de salões gourmet de condomínio feitos sob medida para esse tipo de noite. Para quem trabalha em Alphaville e Barueri, jantar em Osasco poupa a Castelo Branco duas vezes na mesma noite — e o jantar executivo de meio de semana, no ritmo do calendário dos bancos, é a especialidade local.
O abastecimento é uma vantagem que o convidado nem imagina: o Mercado Municipal de 1953 para bacalhau, especiarias e produtos armênios e sírios, as 53 feiras livres semanais para hortifrúti e peixe fresco, as padarias do Presidente Altino para coalhada, kibe e esfiha, e o Ceagesp logo ali para volume.
Dica Local
Para confraternizações de fim de ano, feche a data até outubro — a agenda de dezembro das empresas na órbita do Bradesco lota numa velocidade impressionante. E para grupos acima de 12 pessoas, reserve o salão gourmet com o síndico com antecedência: é o espaço corporativo favorito da Vila Yara.
Um jantar executivo servido à mesa custa, em geral, o mesmo que levar o grupo a um restaurante de primeira em São Paulo — antes de somar a taxa de deslocamento que os buffets paulistanos cobram para vir até Osasco. Aqui, essa taxa simplesmente não existe.
R$90–R$380 por pessoa em jantares servidos à mesa; recepções em formato coquetel entre R$65 e R$220 por pessoa
O negócio não se fecha na sala de reunião. Fecha quando o cliente diz que foi o melhor jantar do ano dele — na sua sala, a dez minutos do hotel, sem trânsito no meio.