Chef Rô
A partir de R$ 220,00
Uma cidade-ilha cheia de executivos de mineração e petróleo merece mais do que o mesmo punhado de restaurantes. O chef pessoal leva um jantar confidencial e de alto nível ao seu apartamento na Praia do Canto ou ao espaço da empresa — com moqueca capixaba, se você quiser jogar em casa.
Vitória é compacta, e o meio empresarial é menor ainda — reserve mesa em qualquer restaurante sofisticado da Praia do Canto ou do Triângulo das Bermudas e é bem provável que alguém por perto conheça alguém da sua mesa. Quando a conversa envolve contratos, fornecedores ou uma negociação com Vale ou Petrobras na sala, um jantar servido por chef atrás da sua própria porta é a única opção genuinamente privada da cidade.
Nada diz a um executivo de fora que ele está em um lugar especial como a moqueca original — capixaba, feita na panela de barro, sem dendê, mais leve e delicada que a versão baiana. O chef pessoal prepara na sua mesa, com peixe comprado fresquinho do litoral na manhã do evento. É uma declaração cultural que nenhum jantar de steakhouse alcança, e o convidado de fora comenta por anos.
Grupo corporativo é um campo minado alimentar — a diretora financeira sem glúten, o engenheiro vegetariano, o convidado alérgico a frutos do mar numa cidade de peixe. O chef mapeia cada restrição antes de fechar o menu e emprata alternativas equivalentes curso a curso, para que a mesa inteira coma no mesmo nível e a limitação de ninguém vire assunto.
Jantar com cliente, marco da diretoria ou confraternização da equipe — informe o número de convidados e onde será: uma casa em Mata da Praia, o espaço gourmet do condomínio na Enseada do Suá ou o próprio escritório. Indicamos um chef acostumado ao serviço corporativo em Vitória.
O chef propõe o menu para o grupo — o clássico capixaba, frutos do mar contemporâneos ou uma linha cosmopolita segura — e ajusta depois de levantar as restrições de cada convidado. Você aprova a versão final e o valor por pessoa antes de qualquer compra.
No dia, o chef busca peixe e frutos do mar frescos com fornecedores locais, chega cerca de duas horas antes para montar e conduz um serviço discreto, no ritmo da conversa da mesa — incluindo o serviço dos vinhos, se você escolheu harmonização.
Depois da sobremesa e do curso de café — o Espírito Santo produz mais café que qualquer outro estado, e um bom chef encerra com ele — a cozinha é limpa, o espaço reorganizado, e você acerta uma única conta consolidada, com nota fiscal corporativa disponível.
A economia de Vitória é muito maior que a sua cena de restaurantes. Mineração, petróleo, logística portuária e um setor de serviços em expansão enchem as torres da Enseada do Suá de executivos que recebem o tempo todo — mas as opções gastronômicas da ilha nunca acompanharam esse poder econômico. É exatamente nessa lacuna que o chef pessoal entra: qualidade de restaurante de destino, entregue em um apartamento de frente para o mar na Praia do Canto ou em um espaço da empresa com vista para a baía.
O jantar corporativo capixaba tem ritmo próprio. O executivo de fora chega para passar a semana e quer algo que não encontra em São Paulo; o diretor local prefere receber onde a conversa fica entre quatro paredes; e no verão, muitos jantares de negócios migram para casas de fim de semana em Guarapari, onde uma noite conduzida por chef transforma a casa de praia na sala de reunião mais eficiente que uma empresa pode ter. O chef pessoal cobre os três cenários sem que você encoste numa panela no calor do litoral.
A matéria-prima é uma vantagem real. Peixe e frutos do mar chegam do litoral todos os dias, o camarão vem de Anchieta, os hortifrútis descem das montanhas de Santa Teresa, e o café do estado — maior produtor de robusta do Brasil, com ótimos arábicas na serra — faz do último curso um momento de orgulho local. Um chef que apresenta a moqueca na panela de barro e explica por que a versão capixaba é a original dá aos seus convidados uma história para levar para casa junto com o jantar.
Dica Local
Para clientes de fora, marque o jantar para a primeira noite em Vitória, não a última — uma moqueca capixaba servida em casa define o tom da visita inteira e deixa as negociações da semana com um ponto de partida mais quente. Perto da Páscoa, pergunte pela torta capixaba: servir o prato mais tradicional da cidade a convidados de fora durante a Semana Santa é um gesto que nem os locais costumam conseguir oferecer.
Por pessoa, o jantar corporativo com chef em Vitória fica próximo do valor de uma noite completa em restaurante de primeira linha com bebidas e serviço — mas com privacidade total, menu personalizado e nenhum risco de a mesa ao lado ouvir seus números.
R$110–R$350 por pessoa (6 a 20 convidados)
Ofereça aos seus clientes o jantar que a cena gastronômica de Vitória não consegue: privado, personalizado e inconfundivelmente capixaba. O chef cuida de tudo, do mercado à cozinha impecável.