Emilly
A partir de R$ 220,00
A casa no Gramado ou o apartamento no Cambuí você tem; os amigos e o vinho também. O que sempre falta é o anfitrião — preso na cozinha a noite inteira. Com um chef pessoal, o menu, o serviço e a louça deixam de ser problema seu.
Receber nas casas amplas do Gramado, do Swiss Park ou do Alphaville Campinas é um prazer — e uma maratona. Cozinhar três etapas para dez amigos significa passar a festa no fogão e chegar à sobremesa exausto. Com o chef no comando da cozinha, você serve o vinho, segura a conversa e ainda leva o crédito pelo melhor jantar que a turma já teve.
Quem trabalha na CIATEC, na Unicamp ou nos centros de P&D conhece o ciclo: expediente longo, os mesmos apps de entrega, os mesmos restaurantes do Iguatemi e do Galleria. O jantar com chef quebra essa rotina sem ninguém encarar 1h+ de Bandeirantes até São Paulo — a cozinha de restaurante é que vem até o seu endereço.
Todo grupo que reveza jantares chega à mesma parede: o repertório acaba. O chef renova o jogo com menus feitos do que Campinas tem de melhor — figo roxo de Valinhos, hortifrúti de Holambra, queijos do Mercadão e a tradição Nikkei que aqui é comida de todo dia. Formatos interativos, como sushi montado na bancada, transformam o jantar no próprio entretenimento da noite.
Informe a data, o número de pessoas (de 6 a 12 amigos é o formato ideal), o clima da noite — mesa farta, menu degustação, noite de izakaya — e as restrições alimentares ou preferências fortes do grupo.
O chef propõe um cardápio no gosto do grupo e da estação — colheita do figo, festa junina, comfort food de inverno — com sugestões opcionais de harmonização. Você aprova tudo antes de qualquer compra.
Na noite marcada, ele chega com ingredientes comprados no dia, prepara tudo discretamente enquanto você recebe os amigos e manda os pratos no ritmo da mesa. Você só levanta para reabastecer as taças.
Servida a sobremesa, o chef limpa a cozinha por completo e devolve tudo como estava. Os amigos ficam à mesa ou migram para o sofá — e amanhã de manhã não há pia cheia de panelas esperando.
Campinas é uma cidade de casas feitas para receber: quintais amplos no Gramado e no Swiss Park, chácaras em Sousas e Joaquim Egídio, apartamentos com varanda gourmet no Cambuí e em Nova Campinas. Aqui, encontro de amigos não nasce em restaurante — nasce na mesa de alguém. O chef pessoal não substitui essa tradição: ele a eleva. Mesma casa, mesma turma, mas um menu que ninguém do grupo conseguiria executar sozinho.
O espírito de supper club é forte no público local — pesquisadores da Unicamp e do Sirius, engenheiros dos centros de P&D da IBM, Bosch e 3M, colegas que vieram de São Paulo ou do exterior e sentem falta da variedade gastronômica da capital. O jantar rotativo com chef é como esses grupos mantêm o ritual vivo: num mês, degustação Nikkei em homenagem às raízes da colônia Tozan; no outro, mesa caipira; no seguinte, menu contemporâneo com o que Valinhos e Holambra colheram na semana.
A estação é a arma secreta do anfitrião campineiro. Junho pede mesa de festa junina em versão adulta — pamonha, canjica, quentão — no capricho de jantar por etapas; o verão até o início do outono traz a colheita de figo e goiaba de Valinhos para as sobremesas; novembro (Restaurant Week e formaturas) e dezembro lotam a agenda dos chefs rapidamente. Planeje pela estação e o menu praticamente se escreve sozinho.
Dica Local
Peça ao chef uma etapa interativa — sushi montado na bancada ou sobremesa flambada à mesa. Nas rodas de jantar de Campinas, é o momento que todo mundo filma, e transforma a própria comida no show da noite.
Dividido entre a turma, o jantar com chef em Campinas costuma sair por convidado o preço de uma boa noite de restaurante no Cambuí — para uma experiência privativa, por etapas, da qual ninguém precisa dirigir de volta.
R$100–R$400 por pessoa, conforme a complexidade do menu e o tamanho do grupo
Os melhores jantares são aqueles em que o anfitrião está de fato à mesa. Reserve o chef, chame sua turma e faça a noite que o grupo vai comentar por meses.