Chef Shirley
A partir de R$ 412,50
Do apartamento no Cabo Branco à casa de praia no Bessa, um chef particular transforma os frutos do mar da Paraíba e os clássicos do sertão num jantar que seus amigos vão lembrar na próxima viagem.
Lagosta e caranguejo do litoral paraibano, carne de sol curada no sertão, queijo coalho, macaxeira, cajá e mangaba — João Pessoa está sentada sobre uma das grandes despensas do Nordeste, mas a oferta de alta gastronomia ainda é pequena. O chef particular cozinha essa despensa na origem, na sua mesa, do jeito que nenhum restaurante da cidade faz hoje.
O pôr do sol de um terraço no Altiplano, o mar visto de um apartamento em Manaíra, o sossego de uma casa no Bessa — os cenários que fazem os amigos virem visitar são justamente os que você já tem. Em vez de espremer oito pessoas na orla movimentada de Tambaú, sente todos à sua própria mesa e deixe o chef cuidar de tudo, da tapioca crocante da entrada ao último gole de cachaça.
Em terra de hospitalidade, quem recebe amigos de fora geralmente acaba cozinhando para eles — e perdendo o reencontro. Com o chef no comando da cozinha, do serviço e da limpeza, você fica na varanda com os convidados enquanto um profissional emenda um prato no outro. Seja o anfitrião que apresenta João Pessoa, não o que ficou fritando macaxeira.
Informe a data, o tamanho do grupo (6 a 12 amigos é o formato clássico) e onde será: apartamento no Cabo Branco ou em Tambaú, casa no Altiplano, ou aquela casa de praia alugada no Bessa ou no Jardim Oceania. Diga se a turma quer imersão nordestina completa ou algo contemporâneo.
O chef propõe um menu apoiado nas duas grandes tradições locais — frutos do mar fresquíssimos ou os clássicos sertanejos de conforto — ou uma degustação que atravessa as duas. Você aprova; ele compra tudo, do Mercado Central aos pescadores de confiança.
Na noite marcada, o chef chega cedo, prepara tudo na sua cozinha e serve cada etapa no compasso da conversa — com o tempo, o empratamento e a discrição de uma equipe de alta gastronomia, só que sem o salão cheio de estranhos.
Depois da sobremesa e de uma última cachaça artesanal, o chef deixa a cozinha impecável e se despede. Você e os amigos continuam exatamente onde a noite aconteceu — sem conta, sem volta de carro, sem louça.
A cozinha de João Pessoa corre em duas correntes que um bom jantar consegue navegar ao mesmo tempo. Do litoral: lagosta e caranguejo das águas paraibanas, a cena de frutos do mar da Praia de Tambaú e o ritmo diário do Mercado Central. Do interior: carne de sol, baião de dois, tapioca, rapadura e a cachaça artesanal dos velhos engenhos do estado — sabores moldados pelas tradições potiguaras e africanas, muito antes de existir restaurante. Um chef criado nas duas tradições constrói uma noite que conta a história inteira da Paraíba.
A geografia de quem recebe aqui é generosa. Apartamentos em Tambaú, Cabo Branco e Manaíra colocam o Atlântico atrás da mesa de jantar; casas no Altiplano dão espaço e privacidade para grupos maiores; e as casas de praia do Bessa e do Jardim Oceania, alugadas por turmas de amigos, foram feitas para uma grande noite de chef no meio da viagem. Para a comunidade crescente de nômades digitais e aposentados que se mudou para cá, o jantar com chef virou o jeito de construir círculo social.
A agenda segue o sol: de dezembro a março e nas férias de julho é pico, quando os amigos de fora se multiplicam e as casas de praia lotam. Perto do Carnaval, a agenda dos chefs fecha rápido. Nos meses calmos, o litoral continua entregando — temporada de lagosta, noites amenas e chefs com a agenda aberta.
Dica Local
Peça ao chef para encerrar o jantar com uma pequena degustação de cachaças de engenho paraibano junto com a sobremesa — custa pouco, termina a noite com história e ainda dá aos amigos de fora uma ideia de lembrança para levar no voo de volta.
O custo de vida mais baixo de João Pessoa joga a seu favor: um jantar de lagosta com chef aqui custa uma fração do que custaria no Sudeste — e a lagosta saiu da água hoje de manhã.
R$60–R$280 por pessoa, conforme o menu e os ingredientes
O pôr do sol mais oriental das Américas merece uma mesa à altura. Junte os amigos e deixe um chef paraibano fazer o resto.