Mércia Lima
A partir de R$ 330,00
Reúna a família toda na Pituba, na Barra ou na casa de praia e deixe um chef baiano preparar a moqueca, o vatapá e o caruru — enquanto todas as gerações, inclusive quem sempre cozinhou, ficam juntas à mesa.
Em Salvador, quase toda família tem uma matriarca que passou a vida inteira fazendo a moqueca, o caruru e o xinxim de todo mundo — e que passa a própria festa em pé, mexendo panela. Um chef pessoal assume a cozinha seguindo as receitas da casa, e ela finalmente senta, come e recebe o carinho que sempre distribuiu.
Um almoço baiano para 15 a 40 pessoas exige comprar dendê, camarão seco e peixe fresco na quantidade certa, dominar o ponto da moqueca na panela grande e servir tudo quente ao mesmo tempo — além de agradar do neto vegetariano à tia que não come pimenta. Um chef resolve a logística inteira: compras, preparo, serviço e cozinha limpa no final.
Todo soteropolitano sabe: a moqueca de verdade não está no cardápio turístico, está na cozinha de família. Um chef pessoal traz a técnica do dendê, o leite de coco fresco e a panela de barro para a sua casa, com ingredientes comprados onde as baianas compram — na Feira de São Joaquim. É o sabor de casa, elevado por mãos profissionais.
Diga quantas pessoas vêm (15, 25, 40?), se a reunião é almoço de domingo, aniversário da matriarca ou festa de fim de ano, quais pratos são tradição na casa e quais restrições existem — de criança enjoada a avô com pressão alta.
O chef desenha um cardápio que honra as receitas da família e funciona para todas as gerações: a moqueca principal, acompanhamentos generosos, alternativas sem dendê ou sem pimenta e sobremesas que agradam dos netos aos bisavós.
O chef chega cedo com tudo comprado — peixe do dia, dendê artesanal do Recôncavo, coco fresco — e assume a cozinha. A família recebe, conversa e põe o papo em dia enquanto o cheiro de moqueca toma conta da casa.
O almoço é servido no ritmo da família, sem pressa. No final, o chef deixa a cozinha limpa e organizada. A única tarefa de todo mundo — inclusive de quem sempre cozinhou — é repetir o prato e ficar até mais tarde.
Em Salvador, receita de família é patrimônio. A moqueca de cada casa tem seu segredo — a proporção do dendê, o ponto do leite de coco, a pimenta que a bisavó trouxe do Recôncavo — e as tradições afro-brasileiras fazem da comida um ato de memória: o caruru de Cosme e Damião, o acarajé que é comida sagrada de Iansã, o peixe da Baía de Todos os Santos no almoço de domingo. Uma reunião de família aqui não é só encontro; é a hora de honrar 500 anos de história no prato.
O formato se adapta ao canto da cidade onde a família se reúne: apartamentos amplos na Pituba, no Itaigara e no Caminho das Árvores (muitos com salão de festas que o chef transforma em salão de banquete), casas com quintal no Horto Florestal, coberturas na Barra e em Ondina com vista para o mar, ou a casa de praia perto da Praia do Forte nos feriados prolongados. O chef leva a estrutura até onde a família estiver.
A vantagem de um chef local é a despensa que ele acessa: dendê artesanal e camarão seco da Feira de São Joaquim — o mercado de verdade, onde as baianas de acarajé fazem a feira —, peixe e mariscos frescos da Baía, coco quebrado no dia e frutas do Recôncavo. São ingredientes que nenhum buffet padronizado entrega.
Dica Local
Se a sua família tem uma receita própria de moqueca, caruru ou xinxim, entregue ao chef antes do evento. Os chefs baianos da myChef reproduzem o tempero da casa — e muitas famílias aproveitam para deixar a receita finalmente documentada para as próximas gerações.
Para grupos de 15 a 40 pessoas, o chef pessoal costuma custar menos do que levar a família inteira a um bom restaurante de orla — e sem briga por mesa grande, sem taxa de rolha e sem pressa para desocupar o salão.
R$55–R$200 por pessoa (almoço em formato buffet ou família); R$70–R$350 por pessoa (menu servido à mesa)
Junte todo mundo, escolha a data e deixe a cozinha com a gente. Desta vez, a família inteira — inclusive quem sempre cozinhou — vai estar sentada à mesa.