Camilly taborda
A partir de R$ 319,00
Noite fria lá fora, apartamento quente, bandejas de canapés saindo do forno — Curitiba nasceu para recepções em casa. Um chef pessoal transforma seu endereço no Batel ou no Ecoville no melhor salão de coquetel da cidade.
De junho a agosto, o frio de Curitiba empurra toda comemoração para dentro de casa — e nada supera finger food quente servido segundos depois de sair do forno, na sua própria sala. O chef cronometra cada rodada quente para nenhuma mordida chegar morna.
A cidade mais europeia do Brasil dá ao chef um repertório raro: mini pierogi da tradição polonesa, arancini à altura de Santa Felicidade, mordidas alemãs de pretzel, canapés de inspiração ucraniana. Sua recepção pode ter o sabor da própria história de Curitiba.
Curitibano planeja, confirma e espera pontualidade. Os chefs daqui jogam nesse ritmo — montagem no horário, execução consistente e rodadas de serviço que chegam exatamente quando prometido.
Veja chefs em Curitiba com experiência em coquetéis e recepções. Compare cardápios, especialidades e avaliações.
Mordidas de herança europeia, canapés contemporâneos ou um menu paranaense de estação — informe a ocasião, o número de convidados e as preferências, e o chef envia uma proposta por pessoa.
O chef passa no Mercado Municipal e nos empórios de Santa Felicidade, garante queijos dos Campos Gerais e pinhão no inverno, e finaliza tudo quente na sua cozinha.
As rodadas volantes não param, as estações continuam cheias e a cozinha volta impecável. Você fica com seus convidados, não com o forno.
Recepção noturna no lugar do jantar significa de 10 a 14 mordidas por pessoa em duas a três horas, com peso maior nos itens quentes durante os meses frios.
Mini pierogi na manteiga dourada, arancini no espírito das cantinas de Santa Felicidade, mordidas de wurst alemã e um croquete de barreado que condensa o clássico paranaense em uma bocada crocante.
Pinhão no inverno, queijos artesanais dos Campos Gerais, hortifruti da Colônia Faria e garimpos do Mercado Municipal de Curitiba ancoram o cardápio na região.
A cena cervejeira de Curitiba está entre as melhores do Brasil. O chef sugere harmonizações locais rodada a rodada — ou trabalha com a sua adega.
Depois da última bandeja quente, o chef devolve a cozinha inteira ao lugar. Bancadas, forno, louça — tudo em ordem antes de ir embora.
Curitiba recebe de portas fechadas, e recebe bem: apartamentos no Batel e no Água Verde feitos para reunir gente, casas de família no Cabral e no Juvevê, torres novas no Ecoville com espaços gourmet pedindo comida melhor. O fim de ano aqui é gigante — a herança europeia faz das ceias e confraternizações de dezembro produções caprichadas — e o longo inverno preenche o resto do calendário com desculpas para se reunir num lugar quente.
O chef pessoal abraça o que faz esta cidade ser única. Pierogi servido quente direto da frigideira homenageia as colônias polonesas; uma estação de antepastos evoca Santa Felicidade sem a fila de domingo; o pinhão salteado aparece em mordidas de inverno que não existem em nenhum outro canto do Brasil; e a harmonização com cerveja artesanal local amarra cada rodada. É uma recepção que só poderia acontecer em Curitiba — precisa, acolhedora e discretamente impressionante, como a própria cidade.
Dica Local
Se a festa cair entre junho e agosto, peça pinhão no cardápio — salteado na manteiga e dobrado em uma mordida quente, é o gosto do inverno curitibano e só existe por poucos meses no ano.
O coquetel em Curitiba é cobrado por convidado e depende do número de peças, do estilo do cardápio e da equipe de serviço. Inverno e dezembro concentram a maior procura, mas a faixa abaixo cobre a maioria das recepções.
R$60 - R$200 por convidado
Baixe o myChef e reserve um chef pessoal para o seu coquetel. Mordidas de herança europeia, saindo do forno, no conforto da sua casa.