Cozinha

Chef Árabe & Libanês Particular: Muito Além da Esfiharia da Esquina

O Brasil conhece esfiha e kibe de todo canto — mas a mesa de mezze farta, o charuto enrolado à mão e o cordeiro que passou horas no forno são outro mundo. Um chef levantino particular traz esse mundo para a sua casa.

A Comida de Casa Por Trás da Esfiha Que o Brasil Ama

O Brasil abriga uma das maiores comunidades libanesas e sírias do planeta — concentrada em São Paulo, onde esfiha, kibe e homus viraram comida do dia a dia há gerações. Mas o que se vende na esfiharia da esquina é só a porta de entrada. O tesouro de verdade é a comida de casa que as famílias da colônia guardam: coalhada seca feita sem pressa, kibe cru temperado à mão no dia, folhas de uva enroladas uma a uma, cordeiro cozido até desmanchar do osso.

É uma cozinha feita para receber. A mesa levantina é o mezze — uma dúzia de pratos quentes e frios chegando em ondas, tudo compartilhado, todo mundo se servindo. Farta, social e naturalmente saudável, apoiada em azeite, leguminosas, ervas frescas e carnes grelhadas. Sahtein, o brinde que a acompanha, significa saúde em dobro: comer bem e comer junto.

Um chef particular de cozinha árabe e libanesa recria essa fartura na sua casa — seja você de família árabe com saudade da cozinha da avó, seja alguém que só conhece a esfiha e quer descobrir o que existe por trás dela.

O Banquete Levantino, Prato a Prato

Homus e Babaganuche

Iniciante

Purê sedoso de grão-de-bico com tahine e limão ao lado da berinjela defumada na chama — as duas pastas que ancoram qualquer mezze, finalizadas com azeite bom e pão sírio quente.

Ideal para: Abrir o mezze e agradar os vegetarianos

Tabule

Iniciante

A versão libanesa de verdade — salsinha e hortelã em profusão com triguilho fino, tomate e molho de limão vibrante, nada parecido com as imitações afogadas em trigo.

Ideal para: Contraponto fresco às carnes e frituras do mezze

Kibe Cru e Kibe Frito

Avançado

A prova de fogo de qualquer cozinheiro levantino: kibe cru de carne moída na hora com triguilho fino e temperos, servido com azeite e hortelã, mais os croquetes fritos recheados de carne e snoubar.

Ideal para: Famílias da colônia e comedores corajosos

Esfiha Aberta e Fechada

Intermediário

Massa fina e macia assada com carne temperada, queijo ou zaatar — aberta no estilo armênio ou dobrada em triângulo, saindo do forno em vez da caixa de delivery.

Ideal para: Entradas que agradam a todos e encontros informais

Charuto de Folha de Uva

Avançado

Folhas de uva enroladas uma a uma com arroz, ervas e carne, cozidas lentamente em caldo de limão — a comida de casa trabalhosa que quase nenhum restaurante faz direito.

Ideal para: Impressionar convidados que entendem de comida árabe

Coalhada Seca e Labneh

Intermediário

Iogurte dessorado até ficar espesso e levemente ácido, servido com azeite e zaatar — o clássico de toda casa libanesa no Brasil, feito do jeito tradicional, sem atalhos.

Ideal para: Mesas de mezze e cardápios mais leves

Cordeiro com Arroz e Castanhas

Avançado

Cordeiro assado por horas até soltar do garfo, servido sobre arroz perfumado com canela e coberto de amêndoas, snoubar e castanhas tostadas — o prato de festa do Levante.

Ideal para: Almoços de domingo e datas especiais

Baklava e Doces Árabes

Intermediário

Camadas de massa filo crocante, castanhas e calda perfumada, ao lado de clássicos como ninho de noiva e maamoul, acompanhados de café árabe com cardamomo.

Ideal para: Finais doces e mesa de café

Por Que Contratar um Chef Particular de Cozinha Árabe

Os pratos que valem a pena são os que levam o dia inteiro

Esfiha congelada qualquer um compra. Mas charuto enrolado à mão, kibe cru temperado e servido em poucas horas e cordeiro que precisou de uma tarde inteira de forno são trabalhos de amor que cozinha de restaurante não escala. O chef particular dá a esses pratos o tempo que eles exigem — na sua cozinha.

Mezze é uma produção, não uma receita

Doze pratos, quentes e frios, chegando na ordem certa e na temperatura certa — isso é logística de evento tanto quanto culinária. O chef rege a onda inteira para a mesa nunca ter espaço vazio e você nunca abandonar seus convidados.

Técnica que se sente em cada garfada

Acertar a textura do kibe, equilibrar tahine e limão, manter o charuto inteiro num cozimento longo — habilidades passadas de geração em geração. Os chefs compram nos empórios árabes da região da Rua 25 de Março e do Mercadão, em São Paulo, onde a colônia se abastece há um século.

Generosa por natureza com todas as dietas da mesa

Entre homus, tabule, falafel, legumes grelhados e labneh, o cardápio levantino alimenta vegetarianos, veganos e quem evita glúten com fartura e sem substituição forçada — enquanto os carnívoros têm seu cordeiro e seu kibe.

Uma Noite de Hospitalidade Levantina, Passo a Passo

1

Antes do evento

Você desenha o mezze com o chef — quantos pratos frios e quentes, quais principais, quais receitas de família. O chef compra triguilho, tahine, folhas de uva e temperos nos empórios árabes de confiança e adianta preparos lentos como a coalhada na véspera.

2

O mezze frio

A mesa abre com homus, babaganuche, tabule, labneh e azeitonas, com pão sírio quente chegando em cestas. Um arak ou vinho libanês pode abrir os brindes — sahtein!

3

O mezze quente

Ondas de kibe frito, esfihas saindo do forno e falafel continuam chegando enquanto a conversa esquenta — o ritmo levantino em que a refeição é a própria festa.

4

O prato de festa

Chega o principal: cordeiro desfiando sobre arroz coberto de castanhas, ou uma grelha mista de kafta e shish taouk. O chef trincha e serve à mesa, contando a história de cada prato.

5

Café, doces e cozinha limpa

Baklava e doces árabes fecham a noite com café perfumado de cardamomo. Enquanto vocês ficam à mesa, o chef limpa tudo e embala as sobras generosas — mezze, todo mundo sabe, fica ainda melhor no dia seguinte.

Perguntas Frequentes

Os jantares de mezze completo no myChef costumam ficar entre R$ 140 e R$ 260 por pessoa. O valor depende de quantos pratos de mezze você quer e se o principal é kafta na brasa ou cordeiro assado lentamente, que fica no topo da faixa. Os ingredientes já estão incluídos no orçamento.
Um mezze típico tem de 8 a 12 pratos para grupos a partir de seis pessoas. Para jantares íntimos de 2 a 4 convidados, o chef reduz para 5 ou 6 mezze bem escolhidos mais um principal — a fartura continua, e as sobras ficam razoáveis.
Sim, com manuseio profissional. O chef compra carne moída na hora em açougue de confiança no dia do evento, mantém refrigeração rigorosa e tempera pouco antes de servir — exatamente como as famílias da colônia servem kibe cru há gerações.
Tranquilamente. A cozinha levantina tem um dos repertórios vegetarianos mais profundos que existem: homus, babaganuche, tabule, falafel, mujadara, charuto de arroz com ervas, esfiha de queijo e halloumi grelhado formam um banquete completo sem carne nenhuma.
Esse é um dos pedidos mais comuns e mais queridos. Conte quais são os pratos da família — um kibe de receita própria, mloukhieh, a kafta do jeito da sua avó — e o chef os prepara, ou até cozinha ao lado de alguém da família para aprender a versão da casa.

Monte uma Verdadeira Mesa Levantina em Casa

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