Fernanda Fernandes Personal Chef
A partir de R$ 115,50
Doce, ácido, salgado e picante na mesma colherada — a cozinha tailandesa anda numa corda bamba de quatro sabores que nenhuma pasta de vidro consegue imitar. O chef tailandês particular soca as pastas na hora e ajusta o fogo para a sua mesa.
A comida tailandesa funciona sobre um princípio que não existe em nenhuma outra cozinha: todo prato precisa equilibrar doce, ácido, salgado e picante na mesma colherada. Açúcar de palmeira contra limão, molho de peixe contra pimenta, tudo elevado por capim-limão, galanga, folhas de limão kaffir e manjericão tailandês. Quando o equilíbrio acerta, o efeito é elétrico — uma comida perfumada e vibrante que deixa o resto sem graça por uma semana.
É justamente esse equilíbrio que se perde no caminho. No Brasil, restaurante tailandês é raridade fora de poucas capitais, e as tentativas caseiras dependem de pastas de curry em pote que não lembram o original — porque o verdadeiro gaeng keow wan começa com pimentas, raízes e aromáticos frescos socados no pilão de pedra minutos antes de encontrar o creme de coco.
O chef tailandês particular do myChef chega com o pilão, as pastas feitas do zero, a técnica de wok e os contatos certos para as ervas — e regula o fogo de cada prato do suave ao nível rua-de-Bangkok, convidado por convidado.
Talharim de arroz salteado em wok escaldante com tamarindo, açúcar de palmeira, molho de peixe, ovo e camarão ou frango, finalizado com amendoim, broto de feijão e limão — o prato mais famoso da Tailândia, feito na hora.
Ideal para: Agradar todo mundo e apresentar a cozinha tailandesa
O mais picante dos curries clássicos — pasta de pimentas verdes, galanga e limão kaffir socada na hora, aberta no creme de coco quente com frango, berinjela tailandesa e manjericão.
Ideal para: Paladares aventureiros e amantes de pimenta
O gigante gentil — carne bovina braseada lentamente num curry de especiarias quentes com coco, amendoim, batatas e tamarindo, mais perfumado do que ardido.
Ideal para: Quem quer sabor profundo com picância leve
A icônica sopa ácida e picante de camarão, construída sobre capim-limão, galanga, folhas de limão kaffir, pimenta e suco de limão — revigorante, perfumada e inesquecível.
Ideal para: Abrir um jantar tailandês para valer
Salada de mamão verde socada na hora no pilão com tomates, vagem, amendoim, camarão seco, limão e pimenta — crocante, intensa e refrescante ao mesmo tempo.
Ideal para: Entrada fresca em noites quentes brasileiras
O prato que os tailandeses mais comem de verdade — carne moída ou frango salteados em fogo alto com alho, pimentas e manjericão sagrado, servidos sobre arroz com ovo frito crocante por cima.
Ideal para: Conforto descomplicado e amantes de arroz
Rolinhos dourados e crocantes recheados de macarrão de vidro, legumes e ervas, servidos com molho agridoce de pimenta — o aperto de mão simpático que abre a refeição.
Ideal para: Boas-vindas e cardápios com crianças
Arroz glutinoso adocicado no leite de coco com manga madura e um fio de creme de coco salgado — a sobremesa mais amada da Tailândia, feita sob medida para as mangas brasileiras.
Ideal para: Final tropical de qualquer jantar
A pasta de curry autêntica é pimenta fresca, galanga, capim-limão, casca de limão kaffir e pasta de camarão socadas juntas minutos antes de ir ao fogo. As versões de pote perdem os aromas voláteis que definem o prato — um chef socando a pasta na sua cozinha é toda a diferença.
Molho de peixe, limão, açúcar de palmeira e pimenta precisam cair em proporção exata — e o alvo muda a cada lote de ingrediente. O chef tailandês prova e corrige o tempo todo, um reflexo de calibragem que receita nenhuma ensina.
Galanga, folhas de limão kaffir, manjericão sagrado, mamão verde, açúcar de palmeira — nada disso está no mercado da esquina. O especialista conhece os mercados asiáticos e importadores que têm tudo fresco, e avisa com honestidade quando é preciso substituir.
O maior medo com comida tailandesa é a pimenta. O chef particular resolve por pessoa — um massaman suave para os cautelosos, um curry verde em potência máxima para os corajosos — algo que nenhum restaurante disparando um wok para cinquenta mesas consegue oferecer.
O chef mapeia a tolerância à pimenta e as restrições de cada convidado, desenha um cardápio que percorre o espectro de sabores e garimpa galanga, capim-limão, manjericão sagrado e mamão verde nos mercados asiáticos.
A noite abre com rolinhos primavera crocantes e som tam socado na hora no pilão de pedra — o toc-toc ritmado vindo da cozinha vira a trilha sonora da festa.
O tom yum, ou sua irmã cremosa tom kha, chega fumegando, carregado de capim-limão e limão kaffir — o ponto médio perfumado que renova o paladar para os principais.
As pastas recém-socadas abrem no creme de coco enquanto o wok flameja para o pad thai e o pad krapow — cada curry servido no nível de picância combinado com cada convidado.
O arroz doce de manga com creme de coco salgado fecha a refeição. O chef deixa a cozinha impecável — sem vestígios além do perfume de capim-limão no ar.
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